terça-feira, 5 de janeiro de 2010

*Abelhinha em E.V.A."



Lindo não é??

Mais uma contribuição da minha amiga Carla Corrêa


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

*Painel do alfabeto em E.V.A.*



"Deus me faça voar como a águia pra que eu veja sempre acima da imensidão das nuvens de 

problemas! Não acredite em tudo que te digam, dizer que gosta de alguem... tá e dai?


O que cura uma dor nao é o tempo é o amor e o carinho .


Gostar de alguém envolve muito mais que palavras, significa se importar e ter


interesse real na vida da pessoa. Queridos não esqueçam isso."

****** Carla Corrêa *****

Dúvidas, pedidos e informações, neste email: Menina_cabeluda@hotmail.com

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Estou muito feliz com a colaboração da Carla Correa, que faz um lindo trabalho artesanal em E.V.A.!
Á partir de hoje, postarei os trabalhos dela que podem ser usados em sala de aula.
Entrem em contato com ela e conheçam a diversidade de enfeites que ela faz... é MARAVILHOSO!!!

Beijos,

Sheila

* A difícil arte de ser criança *





Um colega, professor universitário, disse que não gostaria de ser jovem no mundo de hoje. Penso sempre nisso e concordo com ele. Agora, tenho a mesma maneira de pensar a respeito da criança. Como é difícil ser criança no mundo em que vivemos!


Nos primeiros anos de vida, quando deveria ser livre para brincar, para se relacionar com outras crianças - não necessariamente da mesma idade -, para explorar o mundo com liberdade, sem hora marcada e roteiro preestabelecido, ela precisa bancar uma vida ao modo do adulto e do que ela deverá se tornar no futuro.


Menores de seis anos têm agenda apertada a cumprir, obrigações dos mais variados tipos, preocupações dignas de adultos, escolarização precoce e tudo o mais. Pouco resta de tempo que possa ser usado para a coisa mais importante desse período: brincar sem compromisso. Não há espaço na vida delas para o ócio, veja só.


Depois dos seis anos, mais ou menos, a criança deveria se desenvolver: passar, progressivamente, a se responsabilizar por suas coisas, assumir compromissos, encontrar soluções para situações problemáticas próprias de sua vida, aprender. É o tempo de crescer, que coincide com o início do árduo aprendizado da leitura, da escrita e da aritmética. A vida na escola, que nesse momento representa o mundo para a criança, é, portanto, a situação privilegiada para que ela cresça. E não é que muitos pais têm atrapalhado os filhos em seu crescimento e, portanto, não têm deixado que isso ocorra?


Esses pais têm o que julgam ser um bom motivo: protegê-los de injustiças, sofrimentos, frustrações e problemas. Na verdade, impedem que eles cresçam. Crescer dói e, portanto, certos sofrimentos são inevitáveis.


Há pais que reclamam dos professores de seus filhos, por exemplo. Ora são considerados bravos em demasia, ora injustos em suas atitudes, ora rigorosos ou exigentes além da conta. Acontece que a criança dessa idade precisa aprender a lidar com as incompreensões do mundo, com as pequenas injustiças, com as exigências e cobranças a ela dirigidas, entre outras coisas. Crescer supõe construir mecanismos para fazer frente a essas situações.


Lembro-me de um trecho de um livro de Françoise Dolto - transcrição de um programa de rádio em que respondia a pais aflitos - em que a psicanalista sugeriu que a mãe, cujo filho se recusava a ir para a escola porque a professora era muito brava, dissesse a ele que, se a professora ensinava, não tinha importância se era brava. Esse é um modo de dizer que o filho não pode se recusar a crescer, que esse é seu destino.


Há pais que não querem que filhos dessa idade enfrentem dissabores e arquem com as consequências de seus atos. Permitem que drible os colegas ou a escola quando precisam prestar contas de alguma atitude ou dever. Há os que aceitam desculpas esfarrapadas para os mesmos erros repetidas vezes.


Precisamos ajudar essas crianças a crescer, a seguir em frente. Caso contrário, estaremos plantando um futuro infantilizado em suas vidas.



ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora “Como Educar Meu Filho?” (ed. Publifolha) rosely@folhasp.com.br

domingo, 3 de janeiro de 2010

*Dança da cadeira com letras*




As regras são as mesmas da dança da cadeira tradicional, porém para enriquecer o aprendizado, em cada cadeira coloque uma letrinha.

O repertório de letras pode variar de acordo com a turma. Inicialmente, trabalhamos com as iniciais dos nomes das crianças da turma.

Então, quando a música pára, eles se sentam em qualquer cadeira e cada criança terá que falar a letra que está colada em sua cadeira e o nome de um amigo da turma cujo nome comece com aquela letra.

Você também pode optar por essas estratégias:

* Colar as plaquinhas de nomes, para que eles reconheçam o dono;

* Letras diversas, para que eles falem uma palavra que inicie com aquela letrinha;

* Figuras diversas, para que eles cantem uma música que aparece aquela palavra;

* Palavras de um mesmo banco semântico, para que eles leiam a palavra ou montem uma frase.


É diversão na certa... e APRENDIZADO também!!!


(Dica da Professora Ariana Stacciarini)

*Educar* - Rubem Alves

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